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quarta-feira, 31 de março de 2010

Lost - "Ab Aeterno" ( 6×09)


Gente, me desculpem pela demora dessa postagem. Estava resolvendo uns probleminhas e não tive tempo pra postar! Mas, já está sendo atualizado... e logo menos eu coloco o episódio 10. Vamos lá....
No dia 7 de Fevereiro de 2007, no 7º episódio da 3ª temporada, fomos apresentados a um homem que aparentava ter os olhos pintados, fazendo uma entrevista de emprego com Juliet, sendo o responsável por escoltá-la até a ilha. Descobrimos um pouco mais tarde, que esse homem também estava na ilha e era um dos Outros. Assim, como quem não quer nada, Richard Alpert chegou em Lost. Mal sabíamos nós, os fãs, que anos depois de sua introdução na trama, Richard seria capaz de proporcionar um dos melhores episódios de toda a série.Se até então as vidas de Locke, Sawyer ou outros sobreviventes eram sofridas e tristes, Richard veio para tomar seus lugares. Perdeu o amor de sua vida; foi preso e condenado a morte; colocado em um navio que acabou em uma ilha; todos seus amigos morreram e encarou o diabo de frente. Com mais de 140 anos de vida, Ricardo aceitou o bem, abraçando todas as crenças de Jacob, acreditando no homem que lhe deu vida eterna, lutando para manter o liquido dentro do frasco. Ab Aeterno foi fantástico em todos os sentidos. Episódios que tratam da mitologia da ilha, suas metáforas, habitantes, enfim, sua história, são sempre bem vindos, ainda mais acompanhados por atuações como as de Nestor Carbonell e Titus Welliver. Desde o início de Lost, fãs ao redor do mundo aceitam a teoria do purgatório ou inferno, na qual todos os personagens estariam mortos, destinados a passar a eternidade na ilha. Porém, mesmo desmentida várias e várias vezes pelos produtores, foi mais do que interessante vê-la tendo uma importância grande nesse episódio. E ainda tendo uma ideia do que a ilha é: uma rolha que impede todo o mal sair!! Os flashbacks de Richard foram fenomenais e desde o começo simpatizei com Isabella. As cenas confirmaram o que muitos já previam: Richard veio no Black Rock como escravo. Quando o navio estava chegando a ilha foi que as emoções aumentaram. Para ter batido na cabeça da estátua, então foi praticamente um tsunami que caiu na ilha, capaz de levantar o navio aquela altura e deixá-lo no meio da floresta. O homem de preto, na forma da fumaça, pareceu “ler” Richard quando estava na sua frente e flashes surgiam, o mesmo que ele fez com Kate e Juliet na terceira temporada. E quando Isabella apareceu no navio, era fato que seria o homem de preto, usando aquilo como parte do plano para matar Jacob. Interessante como a provável maneira de matar Jacob é a mesma que Dogen disse para Sayid matar o homem de preto. Mais interessante ainda foi a conversa do “diabo” com Richard, onde Jacob fala que já trouxe várias pessoas para a ilha, mas que não pode interferir em suas escolhas. Foi aí que ficamos sabendo com Richard não envelhece, sendo um presente de Jacob em troca de ajuda como interceptor. A conversa final, entre o homem de preto e Jacob só me deu mais água na boca para conhecer o passado dos dois, para saber como eles chegaram na ilha e por que o falso Locke é tão ruim, capaz de levar todo o mal para a sociedade. O homem de preto não quer recrutar Sawyer, Kate e os outros, e sim matá-los, já que são possíveis candidatos para tomar o lugar de Jacob e assim continuar a prendê-lo na ilha. Me desculpem os fãs de Kate e Jack, Sawyer e Juliet ou Desmond e Penny, mas a cena de Richard com o espírito de Isabella foi uma das mais emocionantes da série. A presença de Hurley, como um tradutor, trouxe mais impacto e o que fica disso tudo, é que para evitar o inferno é preciso matar o diabo!!É nessa hora que a luta ganha força e que os lados opostos começam a ficar claramente visíveis sobre mocinhos e bandidos. Ab Aeterno deu um show em roteiro, interpretação, cenários, figurinos, idioma e até em efeitos especiais. A gente já sabe, mas é sempre bom quando Lost mostra a que veio e nos deixa de queixos caídos. No próximo episódio, Jin e Sun tomarão o centro das atenções em The Package.




segunda-feira, 29 de março de 2010

The Vampire Diaries - A Few Good Men (1x15)


Depois de uma longa espera, VAMPIRE DIARIES retornou e não trouxe nada de interessante, como de costume. Melinda Clark entrou na série e eu realmente não gostei da sua participação como a 'mãe bêbada' do Matt. Eu não sei se isso ocorreu por conta que me acostumei a assistí-la gastando dinheiro em Orange Country, ou porque foram poucas as cenas interessantes com sua personagem; enfim, eu esperava mais. Interpretando Kelly, sua entrada triunfal ocorreu quando os pombinhos (Matt e Caroline) estavam no sofá, com um fogo danado, e você deve imaginar o resto, né? Ah, é válido salientar que eu achei terrível quando, no sorteio dos galãs de Mystic Falls, ela falou que odiaria sair com o número 3 e acabou tendo um encontro com ele.


Elena, na incansável luta por encontrar a sua falecida mãe, acabou descobrindo que ela foi atacada por Damon e posteriormente transformada em vampira. **Porra! Bem que os roteristas podiam trazer um personagem novo. Já está ficando chato colocar a culpa no 'coitado'. Fica a dica, CW! Quem também mereceu um 'chega pra lá' neste episódio foi a antiga amiga da mãe biológica de Elena. Ela ficou muito insegura quando viu Elena e acabou mandando um SMS pra um cara que depois a matou. #Fail. Stefan também é um caso sem solução: o vampiro sempre está com a mesma cara de dor de barriga, e fica sofrendo pelo irmão, pela sua namorada, e pelo Alaric - que também morreu (pelos menos eu pensava que sim). #Fail².


Enquanto Matt e Caroline estavam curtindo a vida felizes para sempre (or not), Alaric numa decisão infeliz decidiu confrontar Damon - isso sim é que é pedir pra morrer! No combate, como era esperado, Damon saiu ganhando e Alaric ganhou uma facada bem no pulmão (palavras de Damon Salvatore). Até que Stefan-sem-graça chega e descobre que ele não está morto!! Tudo por causa do anel que sua antiga esposa lhe deu. Eu estou quase comprando um anel lápis-lazúli pra mim também. Afinal, além de proteger os vampiros dos raios solares, serve também como um super reconstrutor de pulmões esfaqueados. Compre já o seu por apenas 10 prestações de ...

A tia da Elena, coitada, quase que perde seu namorado de vez. Mas, como sempre tudo acaba bem no final, o cara 'ressucitou' e ela não ficará viúva antes do tempo. Ah, eu entrei no bing.com (assim como ela fez) e não consegui dados de ninguém que eu conheço. Será que este serviço apenas é prestado em Mystic Falls? Enfim, os defeitos fizeram com que este retorno fosse desapontador, mas ainda sim curti. Espero que futuramente alguns personagens mudem de atitude, como Kelly, e que a série fique mais empolgante. Isto é, se for possível!



quarta-feira, 24 de março de 2010

O Retorno de United States Of Tara. Comentários dos episódios Yes (2x01) e Trouble Junction (2x02)


Eu muitas vezes me confundi, entre outras coisas, sobre o gênero dessa incrível série. Toni Colette (Tara) ganhou dois prêmios de melhor atriz de comédia no ano passado, protagonizando um drama?! Mas convenhamos, a confusão existe, mas United States Of Tara está fantástica!! Erros podem até aparecido no decorrer dos dois episódios, mas foram erros justificáveis, como por exemplo a ausência dos meus alters prediletos, que não impediram que o rumo da história ficasse maravilhoso. O roteiro de Diablo Cody foi muito bem escrito, os protagonistas estão em melhor forma; precisa de mais? **Ah, e só fui eu quem achou este retorno muito parecido com a série Desperate Housewives? Começando por Tara. Ao fim da então primeira temporada, Tara começou um tratamento para acabar de vez com o 'aparecimento' dos seus alters (leiam-se T, Buck e Alice) numa cliníca a duas horas de casa. Por um outro lado, esta temporada inicia-se logo após o fim tratamento, onde Tara, Max, Marshall e Kate jogam numa lixeira as roupas das antigas versões de Tara. Esse ato provavelmente acelera o processo de reablitiação, onde pílulas e mais pílulas são ingeridas pela desesperada dona-de-casa. A princípio, pensei que esta temporada seria bem light, e que ficaria nesta incrível monotonia, até que um tiro se escuta na casa do vizinho, e tudo muda. Tara, a princípio ironiza a situação, e até falou que não era a mais 'pirada' do seu bairro (eu ri alto nesta parte); assim, acabou conhecendo novos vizinhos: Um casal gay - como de costume. Eles são personagens bem divertidos e excêntricos, não por serem gays, mas sim pelo bom desenvolvimento que tiveram com Tara e família. Porém, como tudo não são flores, Tara acaba se sensibilizando (e muito) com o falecimento do seu vizinho e acaba ressucitando os seus antigos alters - ebaaa. Afinal, em qualquer choque emocional, os estranhos 'familiares internos' de Tara costumam aparecer. Depois disso, Buck retorna e Tara transa duas vezes (isso mesmo, duas vezes) com uma bartender, na qual conhece de vista. Até que, ainda sem saber sobre o ocorrido, vai ao supermercado com sua irmã, descobre que teve uma noitada com ela, e vocês já devem imaginar o resto. Foi triste ver que o processo psicológico dela não adiantou muito. Mas amei ver o Buck - ele é muito engraçado. Achei chato que nem T, nem Alice deram as caras. E como os coadjuvantes sempre tem destaque em United States Of Tara, Marshall e Kate mais uma vez mostraram o seu conteúdo e deram um show. De um lado vemos Kate que conseguiu finalmente completar o colegial; e por outro, acompanhanmos a difícil trajetória de Marshall depois da sua descoberta sexual. Kate foi fantástica; no segundo episódio, por exemplo, acabou conhecendo uma mulher por conta do seu novo trabalho, e achei muito bem destacada. Marshall também deu um UOU em tudo, quando, no final do segundo episódio acabou dormindo com uma amiga. Sério, eu não escrevi errado! Foi bom porque acabou com aquele protótico de pertubado que eu tinha em mente na temporada anterior. Resta agora saber se ele vai ficar com a amiga, ou com seu novo amigo... ** Ah, e quando eu vi o tabuleiro Joshua, na cena em que Marshall e sua amiga se acertam, eu só lembrei de Supernatural. Alguém também se lembrou??? Enfim, outros personagens continuaram um pouco simplórios. Como o esposo de Tara, Max, e a irmã também de Tara, Charmaine -- eu achei tediante no segundo episódio, quando descobriu que estava noiva e ficou mostrando 456.000 vezes o seu anel pra todo mundo. E Max, coitado, além de não ter uma storyline digna, acabou levando um par de chifres. E você? Gostou do retorno da série? Concorda que Marshall e Kate foram destaque? Deixe seu comentário, afinal, a interatividade predomina por aqui.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Fringe terá episódio musical!


O sucesso de Glee parece estar contagiando suas companheiras de emissora nos Estados Unidos: Fringe terá um episódio musical! Exatamente: em breve veremos Olivia, Peter e companhia cantando e dançando no episódio que estreia nos Estados Unidos no dia 29 de abril, “Overture”. “Ah, vai ser um estouro!”, promete Lance Reddick, o durão Phillip Broyles. “É basicamente Walter contando uma história para a sobrinha de Olivia dormir, e aparecem essas versões extremas do elenco”, completou. Entre os números esperados, estão Broyles tocando piano e cantando uma música da trilha sonora de Traffic, Astrid (Jasika Nicole) cantando um número do músical A Chorus Line e agente Olivia Dunham, sempre tão fria, como uma detetive particular extremamente sedutora. Tem mais: Nina Sharp vai cantar uma serenata para Olivia! Inimaginável, não é? Mas Blair Brown, intérprete de Nina, lembra que “se não fosse esquisito, não seria Fringe!”

sexta-feira, 19 de março de 2010

Lost - "Recon" (6x08)


Sawyer é, sem dúvida, um dos personagens mais bem trabalhados de Lost. Seus episódios são geralmente bons e a atuação de Josh Holloway só cresceu desde o piloto. Muitos vão dizer que Recon foi fraco, não acrescentou nada e que pode ser um dos piores da temporada. Eu discordo!! O episódio, centrado no golpista, introduziu os mo tivos de Widmore na ilha, mostrou mais da Claire, nos deu uma pista interessante do passado do homem de preto e de como ele deseja sair da ilha, além de ter tido um dos flashsideways mais interessantes, em minha humilde opinião.
Neles, vemos um novo Sawyer…novo? Que nada, a única diferença, é que ao invés de trabalhar fora da lei, agora, James Ford, trabalha com a lei. Porém, seus motivos de vida são os mesmos: matar o verdadeiro Sawyer, responsável pela morte de seus pais. No episódio The Substitute, tivemos uma ideia de que o pai de Locke era uma pessoa boa, pois, aparentemente, não foi responsável pela paraplegia de Locke, pois ninguém em sã consciência, convidaria seu pai, que acabou de tentar te matar, para seu casamento. Mas agora sabemos que Anthony Cooper, (o nome que o pai de Locke usa nos dias de hoje) ainda é o homem que enganou a mãe de Sawyer. Esse Sawyer, cuja vida foi difícil, também foi transformado pelas ações do passado…pelas ações de seus pais. Um homem que prefere ser sozinho, ou porque não consegue evitar, mas acaba estragando seus relacionamentos. Vimos isso bem trabalhado com o retorno de uma ruiva bastante conhecida pelos fãs: Charlotte Lewis. A agora arqueóloga, (ela era antropóloga cultural na realidade da ilha) trabalha com o pai de Miles em um museu, ou seja, sabemos que Pierre Chang também saiu da ilha em algum momento antes dela afundar. Tudo bem que a aparição de Charlotte não serviu para muita coisa e nem revelou nada sobre ela, mas sempre gostei de Rebecca Mader, e ter tido a oportunidade de ver Charlotte novamente, foi válida. Ainda sobre o novo 815, podemos ressaltar que Sawyer continua um ávido leitor, já que os mesmos livros que ele leu na ilha estavam em seu quarto: Watership Down, Lancelot e Uma Dobra no Tempo. Para quem perdeu: Liam, o irmão de Charlie, estava na delegacia procurando pelo irmão, que foi preso por porte de drogas no avião. E claro, o final, com Kate sendo pega por Sawyer, que a reconheceu do aeroporto. Na ilha, as coisas foram mais calmas, mas nem por isso, chatas. A caminhada de Sawyer pela ilha da Hidra, olhando o vestido que Kate usava no começo da terceira temporada, (lembram: “você tem gosto de morango”…”e você de biscoito de peixe”) foi bem nostálgica, e acho que se encaixou bem no quesito: eu ainda amo a Kate. Interessante notar que os homens que vieram com Widmore, estavam construindo uma espécie de cerca sônica, a mesma que circundava a vila, protegendo do monstro de fumaça, vulgo homem de preto, ou seja, Widmore sabe da existência de tal pessoa e quer matá-lo. Mas se nem Widmore, nem o homem de preto mataram os sobreviventes do voo 316, quem matou? A teoria mais básica seria que um deles está mentindo. E o que está dentro daquela porta trancada no submarino? Não faço a mínima idéia.Sawyer realmente está por conta própria, jogando com os dois lados, enganando e manipulando para sair da ilha com Kate. Sair desse lugar que só lhe trouxe desgraças, mesmo quando ele pensava estar feliz.


E por falar em Kate, não sou daqueles que a odeiam 100%, mas sei que ela está bem inútil na temporada. Portanto, não estando feliz com ela, adorei ver Claire atacando a sardenta com tudo, e Sayid apenas observando sem fazer nada. Interessante foi ver o homem de preto tirando Claire de cima dela e dando um tapaço na cara da loirinha, que depois pediu desculpas e colocou toda a mágoa para fora quando abraçou Kate.Mas o mais interessante no episódio, foi a referência à mãe do homem de preto. Ao contar para Kate, que sua mãe era louca, perturbada, exatamente como Claire nos dias de hoje, ele sugere que sua mãe também era afetada pela doença assim como a loirinha, ou foi apenas uma comparação sem outros significados? Lost trouxe mais uma vez a questão de problemas familiares, dessa vez com as mães, e mal posso esperar para saber mais do passado do homem de preto, que assim como todos os sobreviventes, tem personalidade definida pelos problemas que teve na infância, ou no decorrer de sua vida, com seu pai e sua mãe. E Jack? Por onde andou??
Recon pode não ter sido esplêndido, mas também não foi de todo mal. Porém, semana que vem promete e muito. Com o episódios intitulado Ab Aeterno, conheceremos o passado de um dos personagens mais misteriosos de Lost: Richard Alpert. E mais: saberemos, finalmente, o que é a ilha!! Ansioso?

quinta-feira, 18 de março de 2010

The Pacific - Primeiras impressões da Minissérie da "HBO"


A caríssima produção da HBO, assinada por Tom Hanks e Steven Spielberg (também produtor de United States Of Tara), estreou a pouco tempo nos Estados Unidos e já causou muitos comentários na mídia. E como eu sou um fã incondicional das produções do canal, acredito que pelo menos a minha primeira impressão dessa minissérie, aqui não poderia faltar. Você não precisa ser um historiador pra assistir a esse excelente drama, apenas, fique atento a tudo que acontece no decorrer do episódio, pois tenha certeza que ajuda muito. O que me fez gostar tanto de "The Pacific", foi a reunião de pequenos detalhes. Seja aquele eterno clichê onde um soldado se esbarra com uma linda mulher antes de ir à guerra, ou até mesmo uma longa abertura muito bem produzida. Com esses aspectos, a HBO conseguiu criar um dos melhores produtos baseados na segunda guerra mundial - sério. É evidente que os 57 minutos não foram de completo entusiasmo, mas que foi bom, ah, com certeza foi. Soldados despreparados, seguindo ordens do governo norte-americano, partem ao Japão em busca de território e vingança ao ataque à base de Pearl Harbor. Honestamente, os perecebi que os efeitos especiais não foram dignos pra série mais cara, já produzida. Mas o roteiro, os personagens, a trama... Tudo foi tão bom, que os alguns erros foram ignorados. E +...
* A trilha sonora foi idealizada por três músicos (nos quais eu não recordo o nome) e deixaram todas as cenas de guerra sensacionais. Seja na hora do combate, ou logo depois, todos os efeitos sonoros foram bem escolhidos, e me senti vendo um filme.
* Tanto os protagonistas como os coadjuvantes foram muito bem, obrigado. Três ou quatro soldados ganham destaque e a série se mostrou mais emocional do que eu pensava. Amizades, romances, doenças, aflição; tudo foi dosado corretamente.
* E o que foi aquele 'parabéns pra você' no final do episódio? How fuck are you now? How fuck are you now? How fuck are you now? Momentos como esse me fizeram rir muito.
Enfim, não vou me prolongar neste review, pois não quero acrescentar erros à minissérie, que teve um início fantástico.
E você? Já viu ou pretende assistir à série? Deixe seu comentário a seguir, afinal, a interatividade predomina por aqui.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Cold Case no SBT


A próxima estréia do horário nobre do SBT, depois do fim da 1ª temporada de Smallville, será Cold Case mostra investigações reabertas depois de anos, às vezes décadas, sem terem tido uma solução. Com a chegada de novas evidências, a equipe pode finalmente encerrar os casos, descobrindo os culpados pelos assassinatos. Grandes músicas que marcaram as gerações de diversas épocas é um dos destaques dessa série de investigação
Não é uma serie nova , mais muito interessante as investigações para descobrir dicas do tal suspeito. È sim um serie que merece ser acompanhada todas as temporadas com certeza terá sucesso. E tenho certeza que este ano varias series e novas temporadas serão lançadas.
Uma justificativa para isso, é o grande crescimento de novas series tanto na TV com na internet fez com que os consumidores se preocupassem em adquirir melhor televisores ou monitores para acompanhar as series favoritas em resolução HD, e se a TV tiver um painel LCD avançado o ips que deixa a imagem com melhor definição fica melhor ainda, para acompanhar seus personagens favoritos com detalhe.

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